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Como é epoca de Natal não podia deixar de propor para voces uma delica de prato para esta ceia de Natal .... e como bom Portugues não poderia deixar de ser um prato à base de bacalhau....
Então vamos à receita ......
BACALHAU NO FORNO
INGREDIENTES:
1/2 KG DE bACALHAU DO PORTO OU DA NORUEGA
1 KG DE BATATAS COZIDAS E AMASSADAS COMO PURÊ
LEITE
SAL
NOZ MOSCADA RALADA
100 G DE QUEIJO PARMESÃO
1 LATA DE CREME DE LEITE
3 OVOS
AZEITONAS
MODO DE PREPARO:
Refogue a cebola , o alho , em mais ou menso 4 colheres de sopa de azeite.
Refogue o Bacalhau , coloque as azeitonas ,sem o caroço, coentro (a gosto) e pimenta do reino.
Colcoque em um Pirex untado com azeite.
Faça um purê com a batata , coloque o leite e manteiga, noz moscada e tres gemas, pronto coloque por cima do bacalhau no pirex, acerte um pouco.
Bata as três claras em neve , colque o creme de leite , sem o soro, mais o queijo ralado depois de ter batido tudo.
Colque por cima do purê, enfeite com azeitonas, leve ao forno para gratinar ...
bom apetite
tirada do livro de receitas do Bacalhau;;
Escrito por Jose Bentes às 09h54
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Ser criança Hermes José Novakoski
É poder sorrir e amar Cantar e correr pelas ruas Sem nada temer É poder brincar com todos Viver confiante que Deus cuida De todos nós, seus filhos e filhas É poder sonhar com mais liberdade Com mais justiça, paz, igualdade Partilhando o pão da fraternidade É poder construir um castelo de areia Crendo que ninguém vai destruir E assim poder almejar Um mundo mais humano e feliz É ter a liberdade de poder expressar O que se sente e amar Não precisar tudo explicar Viver mais e menos complicar É não ter medo do futuro As bombas que destroem, destruí-las É abraçar todo o mundo E mostrar que para tudo mudar Precisamos nos unir e acreditar É arrancar o véu que não deixa A beleza da vida enxergar Poder fazer poesia a qualquer hora Para a criação poder contemplar É poder ir ao encontro Que quem sofre e chora Secar as lágrimas da dor De um mundo injusto que explora Ser criança é poder ser livre Para ser o que Deus quer Viver tudo o que a vida oferece E não o que os homens impõe Viver com mais liberdade e poder gritar: Que o sonho não se pode aprisionar!
Escrito por Jose Bentes às 12h05
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Ternura
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Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos. Das horas que passei à sombra dos teus gestos Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos Das noites que vivi acalentado Pela graça indizível dos teus passos
eternamente fugindo. Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente E posso te dizer que o grande afeto que te deixo Não traz o exaspero das lágrimas, Nem a fascinação das promessas. Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...
É um sossego,
uma unção,
um transbordamento de carícias.
E só te pede que repouses quieta, muito quieta. E deixe que as mãos cálidas da noite,
encontre sem fatalidade o olhar estático da aurora.
Vinícius de Moraes
Escrito por Jose Bentes às 11h58
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O Verbo No Infinito
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Ser criado, gerar-se, transformar O amor em carne e a carne em amor; nascer Respirar, e chorar, e adormecer E se nutrir para poder chorar Para poder nutrir-se; e despertar Um dia à luz e ver, ao mundo e ouvir E começar a amar e então sorrir E então sorrir para poder chorar. E crescer, e saber, e ser, e haver E perder, e sofrer, e ter horror De ser e amar, e se sentir maldito E esquecer de tudo ao vir um novo amor E viver esse amor até morrer E ir conjugar o verbo no infinito...
VINICIUS DE MORAES
Escrito por Jose Bentes às 11h58
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Solidão
"A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana. A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade de socorro. O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se, o ser casto de mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes da emoção, as quais são patrimônio de todos, e, encerrados em seu duro privilégio, semeia pedras do alto da sua fria e desolada torre."
Vinicius de Moraes
Escrito por Jose Bentes às 11h57
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REFLEXÕES
Minha cultura é imperfeita,
aos pedaços, sempre refeita
mas o tempo a ela ajeita .
Guardando experiências
Tenho muitas vivencias,
reflito depois com paciência ..
O que escrevo nem sempre guardo
O que leio nem sempre lembro,
Vejo um rosto e reflito o passado
Você não sai da minha mente,
Grito seu nome desesperadamente
O corpo treme ao estar frente a frente,
Sigo a preencher versos em bruma.
Soprando riscos vazios em lacunas
Feito vento num deserto em dunas.
As palavras já me faltam agora
vão de encontro ao silêncio da hora,
Só resta seguir poe este caminho afora.
GANDALF®
( 30/10/2006)
Escrito por Jose Bentes às 11h52
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REVOLTA
PARECE UM AZAR!! QUE SACO ISSO!!!! SEMPRE ALGO, PRA ATRAPALHAR NEM PARECE UM COMPROMISSO..
MAS QUE DROGA!!! POR MAIS QUE SE TENTE FICA APENAS NA PROSA, PARECE ATÉ ANTIGAMENTE!
VERDADEIRA PORCARIA, SEMPRE SE FOGE DO ASSUNTO SAÍ DE FININHO COM SIMPATIA. PARECE ATÉ UM PAPA DEFUNTO.
PQP!!! MELHOR É DESISTIR! NÃO É POSSIVEL CONTINUAR ASSIM AS DESCULPAS JA SEI DE COR, ACONSELHAVEL É MESMO SUMIR!
GANDALF (25/10/2006)
Escrito por Jose Bentes às 11h50
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AMOR ANTIGO
O amor antigo vive de si mesmo, não de cultivo alheio ou de presença. Nada exige nem pede. Nada espera, mas do destino vão nega a sentença.
O amor antigo tem raízes fundas, feitas de sofrimento e de beleza. Por aquelas mergulha no infinito, e por estas suplanta a natureza.
Se em toda parte o tempo desmorona aquilo que foi belo e deslumbrante, o antigo amor, porem nunca fenece, e a cada dia surge mais amante.
Mais ardente, mas pobre de esperança. Mais triste? Não, ele venceu a dor e resplandece no seu canto obscuro, tanto mais velho quanto mais amor...
Carlos Drumond de Andrade
Escrito por Jose Bentes às 11h49
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